Medo de Dentista

Medo de Dentista

Medo de Dentista

Medo de Dentista

Não se sabe muito bem como e quando começou o medo de dentista, essa emoção atávica, em relação ao profissional da adontologia. Muito se fala mas não existe uma logica para os medos em geral. Tem gente que tem medo de barata, de andar de avião e muitos outros que são inconfessáveis. Há algum tempo atrás os pais utilizavam a ida ao dentista como um castigo e isso contribuiu muito para a aversão ao tratamento dentário. Os psicólogos explicam de uma maneira teórica os procedimentos dentários como uma invasão ao sistema oral. O primeiro órgão que surge como zona erógena e que exerce pressão sobre a mente, desde o nascimento é a cavidade oral. A atividade psíquica está concentrada no atendimento ás demandas desta zona. Em seguida, surge uma sensação de prazer relacionada à região, tornando o seio materno o primeiro objeto de investimento afetivo. De certa forma os problemas que surgem nos dentes e na boca está intimamente relacionada à fase oral, primeira etapa do desenvolvimento da libido. Daí as dificuldades em se lidar com os tratamentos dentários. Os problemas dentários decorrem de aspectos sócio-econômicos, relacionados à questões educacionais, humanísticas, politicas e mercadológicas. Profissionais dedicados à filosofia e pratica de promoção de saúde bucal, testemunham seu apelo pouco atraente aos pacientes. Frequentemente se observa forte resistência aos procedimentos, ainda que inconsciente, atuando no sentido de inviabilizar seus objetivos de saúde. Estas resistências aparecem no comportamento dos pacientes, sob forma de sucessivas interrupções, incompatibilidade de horários, falta às consultas programadas e/ ou às manutenções. negligências às instruções recomendadas, demonstração de inquietação, pressa ou irritação, limitação de abertura de boca ou postural, colocação de empecilhos irreais com honorários, indícios que não devem passar despercebidos ao profissional atento ao paciente como um todo, corpo e psiquismo. A fobia dá-se por um recalque de conflito interno, onde a angustia é deslocada para um objeto do mundo esterno. De fato, em um primeiro instante anímico, aquele seio vital propiciou plena fusão existencial, doce vivencia, posteriormente interditada por uma figura ” ameaçadora”- o pai- cuja presença o afastou, limitando e com o qual mais tarde se reconciliou. Na vida adulta, no ambito odontológico, em nível inconsciente,pode haver o retorno deste ” temido algoz aterrorizante”; a cindir

Criança ============= Boca ======== Seio ============ Mãe=====Plenitude. quem entrou neste universo, para detoná-lo, a invocar algo novo, doloroso e producente; crescimento? E quem “invade” agora, no consultório?

Desta maneira, conduta que se mostra aparentemente infantil, imatura e leviana, pode, muitas vezes, encobrir ansiedade e desamparo; a fazer sofrer. Requer escuta, atenção, compreensão e paciência. Por vezes há de se colocar limites.

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